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Cuidados com o recém-nascido: por que o bebê tem cólicas?
Uma das principais preocupações durante as primeiras semanas do bebê são as cólicas. Mesmo tão temidas, é uma condição comum que apesar de não ser grave, gera incômodo. O choro faz parte do desenvolvimento comum do bebê, podendo indicar fome, sede e necessidade de trocar a fralda. Se todas essas necessidades forem atendidas e o bebê continuar chorando e se contorcendo, pode ser sinal de cólica.
Mas por que os bebês sentem cólica?
As dores abdominais acontecem por imaturidade do sistema digestivo, sendo mais frequente nos primeiros meses de vida. Segundo o Dr. Tadeu Fernandes, pediatra e presidente do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), as cólicas geralmente começam a aparecer na terceira semana de vida do bebê, e podem durar até os quatro meses, em média. Ele ainda reitera que a condição não é algo grave e pode acontecer até 3 vezes por semana, podendo variar para mais ou menos.
Como diminuir ou amenizar as cólicas?
Por mais que seja comum, a situação pode ser bem estressante para os bebês e a família. Por isso, separamos algumas dicas preciosas para amenizar o desconforto durante esse momento:
- Massagem: Massageie a barriguinha do bebê com movimentos suaves em sentido horário ao redor do umbigo, pressionando levemente;
- Exercícios: Faça exercícios com as perninhas do bebê deitando-o de costas e realizando suaves e cautelosos movimentos de “bicicleta”;
- Técnicas de relaxamento: o choro pode deixar o bebê bastante estressado, portanto uma das missões é acalmá-lo para não deixá-lo ainda mais desconfortável com as dores. Utilize música suave, banho morno, carinho e principalmente, contato físico. As ações poderão acalmar o bebê e ainda fortalecer o laço com os pais;
- Calor: Compressas quentes são ótimas aliadas, elas irão ajudar na vasodilatação e facilita o fluxo sanguíneo, além de relaxar os músculos. Mas sempre teste a temperatura para evitar que esteja quente demais.
Lembre-se, as cólicas tendem a diminuir de acordo com a maturidade do intestino, caso perceba que o quadro seja frequente e duradouro, informe o seu pediatra. Ele irá te ajudar com orientações específicas para o seu bebê!
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